terça-feira, 26 de outubro de 2010

Harry Potter e as Relíquias da Morte

Olá leitores!

Esse é meu primeiro post aqui no blog, então eu vou falar de algo que eu gosto muito: Harry Potter. Quem nunca ouviu falar do bruxinho órfão com uma cicatriz na testa, que faz feitiços com uma varinha e voa em uma vassoura? Pois é, esse é Harry Potter, o personagem principal da série de livros escrita por J.K.Rowlling.

Desde que o primeiro livro, Harry Potter e a Pedra Filosofal foi lançado em 1997, a série vem ganhando fãs ao redor do mundo. A história deu origem a filmes, jogos e muitos outros itens, aumentando a popularidade do bruxinho. Em 21 de Julho de 2007 foi lançado o ultimo livro da série no Brasil, Harry Potter e as Relíquias da Morte (Harry Potter and the Deathly Hallows). Esse livro será adaptado para o cinema em 2 partes, para que o filme não peque em conteúdo, como aconteceu nas adaptações dos outros livros, o que gerou certa revolta dos fãs. A primeira parte será lançada dia 19 de Novembro de 2010 e a segunda em 15 de Julho de 2011.

Inicialmente as duas partes seriam lançadas em 3D, mas devido ao pouco tempo para a conversão, a primeira parte saíra em formato convencional, 2D, e em IMAX. Já a segunda parte, com mais tempo de pós-produção já está confirmada em 3D.

Agora a pouco foi divulgado o tempo de duração do filme, que terá 2 horas, 25 minutos e 53 segundos. Leia a notícia completa AQUI.

Enquanto todos esperamos ansiosamente o lançamento dos últimos capítulos da saga nos cinemas, já podemos sentir um gostinho com o trailer e com os pôsteres lançados pela Warner.





No link a seguir você poderá ver com detalhes o que ocorre em cada cena do filme, mas cuidado, contém revelações do enredo (spoiler).

http://www.scarpotter.com/especiais/reliquias-da-morte/o-que-veremos-em-reliquias-da-morte.html

É isso ai, espero que tenham gostado!

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Fernando Pessoa e a origem dos heterônimos


“Desde criança tive a tendência para criar em meu torno um mundo fictício, de me cercar de amigos e conhecidos que nunca existiram. (Não sei, bem entendido, se realmente não existiram, ou se sou eu que não existo. Nestas cousas, como em todas, não devemos ser dogmáticos.)” [Fernando Pessoa em carta a Casais Monteiro]


Escrever um post sobre Fernando Pessoa é tarefa dificílima, já que ele não é um – é vários. Mas a ideia do post não é repetir o tão-já-sabido sobre ele e seus heterônimos. É ler trechos da carta a Adolfo Casais Monteiro. LEIA AQUI . Acredito que a leitura da carta torna o autor ainda mais apaixonante – mesmo sabendo que ela pode ser apenas uma “simulação” (palavra que usa tantas vezes), uma máscara.
Na carta, Pessoa tenta responder, verdadeiramente ou não – nunca se saberá – às perguntas a respeito da origem de seus heterônimos. Assim, o autor remonta sua infância até seu primeiro “conhecido inexistente” Chevalier de Pas, com quem trocava cartas. “E assim arranjei, e propaguei, vários amigos e conhecidos que nunca existiram, mas que ainda hoje, a perto de trinta anos de distância, oiço, sinto, vejo. Repito: oiço, sinto, vejo… E tenho saudades deles.”
Conta de maneira absolutamente frenética (“estou escrevendo depressa, e quando escrevo depressa não sou muito lúcido”) como surgiram os nossos mais famosos heterônimos – Álvaro de Campos, Alberto Caeiro e Ricardo Reis: “E o que se seguiu foi o aparecimento de alguém em mim, a quem dei desde logo o nome de Alberto Caeiro. Desculpe-me o absurdo da frase: aparecera em mim o meu mestre.” E não só isso. Narra seus nascimentos e mortes, profissões e físico. “Nesta altura estará o Casais Monteiro pensando que má sorte o fez cair, por leitura, em meio de um manicómio”.
“Seja como for, a origem mental dos meus heterônimos está na minha tendência orgânica e constante para a despersonalização e para a simulação. Estes fenómenos – felizmente para mim e para os outros – mentalizaram-se em mim; quero dizer, não se manifestam na minha vida prática, exterior e de contato com outros; fazem explosão para dentro e vivo-os eu a sós comigo”.
Já ficou evidente que a leitura da carta toda é necessária (e excelente!). Mais que isso eu acabaria por estragar a genialidade do autor e da carta. Carta que na dúvida se verdadeira ou se máscara, traduz, por fim, toda essas personalidades que têm Pessoa dentro de si. Porque Pessoa têm. No plural. Plural como o universo.
“A origem dos meus heterónimos é o fundo traço de histeria que existe em mim. Não sei se sou simplesmente histérico, se sou, mais propriamente, um histero-neurasténico.”



Abasteça-se de museu http://www.museudalinguaportuguesa.org.br/ o/

Ana Dulce

Quem sou eu:

Meu nome é Ana Dulce, tenho 17 anos, estudo na escola Jesuino de Arruda.
Acho muito mais fácil fazer contas do que escrever, por ter mais afinidade com a área de exatas. Devido a isso pretendo prestar Ciências da Computação.
Amo minha família e meus amigos, não vivo sem meu celular e música, sou viciada em Harry Potter, computação e Ciências Exatas.

Raquel

Quem  Sou  Eu?
Definir  quem somos nós não é uma tarefa fácil, mas vou tentar :
Me considero uma pessoa sonhadora,
Com sonhos e objetivos  a serem cumpridos.
Amo Deus e minha família acima de tudo,
Sempre  tentando viver dias iguais de formas diferentes,
Para  que no futuro  não me arrependa de nada ,
Tendo em mente que tenha valido á Pena.
Adoro ajudar as pessoas com os seus problemas, acho que é até por isso
Que futuramente pretendo cursar Psicologia.
Amo escrever Poemas ,
Acho que eles nos fazem refletir sobre a vida.
Um Conselho?
Viva sua vida sem pensar no Amanhã, Pois ela é curta demais pra ficar se preocupando.